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A inteligência artificial aplicada precisa responder a desafios concretos: identificar riscos, apoiar inspeções e transformar informações em decisões úteis. Essa capacidade está no centro da atuação da Pix Force e aparece no guia Doing Business in Brazil: A Guide for Innovation & R&D Investments, produzido pela Drummond Advisors e pela Brazil-Texas Chamber of Commerce, a BRATECC.
A Pix Force foi destaque na seção de Casos de Sucesso do Programa NAVE, iniciativa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em parceria com empresas do setor e com a participação do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP).
Segundo Daniel Moura, CEO da Pix Force, o programa tem como objetivo fomentar projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias inovadoras para a indústria de óleo e gás.
Selecionada para participar da iniciativa, a Pix Force desenvolveu, com o apoio de quatro operadoras de petróleo, um projeto de análise preditiva de corrosão, utilizando tecnologia para antecipar riscos e apoiar decisões mais estratégicas no setor.
Com a conclusão bem-sucedida do programa, a Pix Force reforça seu compromisso com a inovação e a aplicação da inteligência artificial na transformação da indústria de óleo e gás.
Neste artigo, você conhecerá os principais pontos do guia e vai conhecer a experiência e a capacidade da Pix Force de desenvolver soluções para ambientes complexos.
O que o Doing Business in Brazil apresenta
O Doing Business in Brazil é um guia para investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento. Seu foco é ajudar empresas internacionais a compreender o ambiente brasileiro e as condições para desenvolver produtos de alta tecnologia.
O material reúne temas como entrada no mercado, propriedade intelectual, estrutura empresarial, parcerias e mecanismos de apoio à inovação. A proposta conecta a oportunidade comercial à capacidade de construir relações e desenvolver tecnologia no país.
Uma das ideias centrais é que o Brasil também oferece condições para atuar como base de pesquisa e desenvolvimento. Para aproveitar esse potencial, empresas precisam combinar conhecimento técnico, planejamento e participação no ecossistema local.
Para gestores de operações e inovação, essa perspectiva traz uma reflexão prática: o desenvolvimento tecnológico depende da aproximação entre quem conhece o problema e quem consegue construir uma solução.
É nesse contexto que o guia apresenta experiências empresariais. O caso da Pix Force mostra como acesso a dados, interação com operadores e desenvolvimento de produtos se encontram no processo de inovação. Conheça o case da Pix Force e descubra como a inovação ganha força na prática. Acesse o guia completo.
Por que a Pix Force aparece no guia?
Produtos para diferentes operações
Validação com operadores
Aacesso a dados reais.
Inteligência artificial aplicada: quem é a Pix Force
A Pix Force atua em 3 frentes conectadas à rotina de empresas:
A proteção das pessoas: a Pix Force possui 15 modelos de IAs prontos para ativiar imeditamente em qualquer tipo de operação, seja interna ou externa. Entre os nossos modelos estão: Detecção de EPI, Detecção de Uso de Celular, Contagem de pessoas e objetos, Controle de Áreas e Controle de Ergonomia
Leitura inteligente de documentos: esta IA capaz de ler qualquer tipo de documento do mundo validando campos e gerando alertas de não conformidades
Inspeções de ativos: usando qualquer tipo de imagem realiza inspeções indentificando corrosões e outros desgastes em estruturas de qualquer tipo.
A Pix Force desenvolve software e produtos que processam imagens captadas por câmeras, drones, robôs e outros dispositivos. Com o resultado da análise é possível identificar riscos de segurança, corrosão, falhas em equipamentos, defeitos e diferentes condições operacionais.
A aplicação dessa tecnologia atende os mais variados segmentos de empresas, como Construção Civil, Logística e Transportes, Serviços de Campos, com destaque para o setor petróleo e gás, eletricidade e mineração em qualquer lugar do mundo.
Essa diversidade ajuda a compreender a capacidade tecnológica da empresa. Uma necessidade pode envolver a identificação de condições visuais de um equipamento. Outra pode exigir a análise de situações que afetam a segurança dos trabalhadores.
Cada aplicação exige critérios próprios, dados adequados e entendimento do ambiente. A experiência em diferentes operações amplia o repertório para formular problemas, desenvolver produtos e avaliar sua utilidade.
A presença no guia documenta essa atuação dentro de uma discussão sobre inovação e acesso ao mercado. Para quem avalia um parceiro tecnológico, o relato oferece elementos concretos sobre como a Pix Force aproxima desenvolvimento e realidade operacional.
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Os principais aprendizados do Programa NAVE
No guia será possível conhecer a atuação da Pix Force no projeto NAVE, iniciativa da ANP gerida pelo IBP. O programa conecta o desenvolvimento de soluções a desafios da indústria de petróleo, gás natural e biocombustíveis. A página oficial do NAVE na ANP apresenta sua estrutura de inovação aberta.
A Pix Force explicou que encontrou uma combinação relevante: recursos para desenvolver tecnologia e acesso a empresas do setor. Essa aproximação abriu espaço para testes, discussões técnicas e compreensão das necessidades dos potenciais usuários.
Os pontos principais da experiência incluem:
Recursos para desenvolvimento: apoio financeiro sem cessão de participação societária, conforme o relato da empresa no guia.
Contato com operadores: interação com equipes responsáveis pelos problemas que as soluções buscavam resolver.
Acesso a dados: informações de inspeção e registros operacionais para treinar e avaliar os modelos.
Oportunidades de validação: ambientes e interlocutores para testar hipóteses e aperfeiçoar a tecnologia.
Conexões internacionais: participação em eventos como CERAWeek, nos Estados Unidos, e ONS, na Noruega.
O próprio IBP apresenta a colaboração com a ANP como parte do fortalecimento desse ecossistema. A formalização da parceria para a gestão do NAVE ajuda a contextualizar a relação entre startups, indústria e instituições.
Por que os dados operacionais fazem diferença
Entre os benefícios descritos pela Pix Force, o acesso a dados ocupa uma posição central. O acesso a imagens de corrosão, históricos de inspeção, relatórios técnicos e registros de falhas foram os insumos relevantes para construir e aperfeiçoar soluções.
Esses materiais carregam informações específicas do ambiente industrial. Eles ajudam a relacionar o que aparece em uma imagem com a condição que a equipe precisa identificar.
O contexto dá significado à imagem
Considere uma inspeção de equipamento. Uma alteração visual pode exigir investigação, mas sua interpretação depende do componente, das condições de captura e dos critérios técnicos utilizados pela operação.
Por isso, aproximar especialistas e desenvolvedores contribui para definir o que o sistema deve observar e como avaliar suas respostas.
No caso relatado no guia, a equipe de mentoria ajudou a estabelecer contato com dois operadores. Um abriu espaço para projetos piloto. O outro forneceu dados de inspeção relevantes para o treinamento dos modelos.
Da disponibilidade do dado à utilidade da solução
Para uma empresa que avalia um projeto, essa experiência sugere perguntas úteis: os dados representam a situação real? Os especialistas concordam sobre o que precisa ser identificado? A equipe consegue verificar os resultados?
Responder a essas questões ajuda a construir uma base técnica para o desenvolvimento. Também permite avaliar com mais clareza o que a solução já consegue entregar e o que ainda precisa evoluir.
Como levar inteligência artificial aplicada à operação
A experiência apresentada no guia ajuda a organizar uma discussão que interessa a gestores de TI, engenharia e operações: como transformar uma possibilidade tecnológica em uma ferramenta útil na rotina?
A resposta começa pela definição do problema. A equipe precisa identificar qual condição deseja acompanhar, quem utilizará a informação e qual ação poderá tomar a partir dela.
Definir a decisão que precisa de apoio
“Analisar imagens” descreve uma atividade técnica. Um objetivo operacional exige mais contexto: apoiar a revisão de inspeções, sinalizar condições para avaliação ou ampliar a visibilidade de determinados riscos.
Essa definição orienta o desenvolvimento e evita expectativas vagas sobre o projeto.
Validar com critérios claros
Os testes precisam considerar situações representativas do uso pretendido. Também devem permitir que as equipes analisem os acertos, investiguem erros e identifiquem condições que dificultam a avaliação.
Nessa etapa, a participação dos profissionais da operação ajuda a traduzir o desempenho técnico em utilidade prática.
Planejar o uso das informações
A adoção também depende de responsabilidades. Quem recebe uma sinalização? Quem verifica a ocorrência? Como a informação entra no processo de trabalho?
Essas perguntas conectam o produto ao fluxo operacional e ajudam a construir um cenário para a sua utilização.
Para aprofundar as etapas de desenvolvimento, leia também o artigo Sistema de visão computacional: como é criado?, no blog da Pix Force.
Diferentes operações exigem produtos contextualizados
A capacidade de desenvolver produtos de alta tecnologia aparece na forma como a empresa compreende necessidades específicas e organiza recursos para atendê-las.
A Inteligência Artificial conecta fontes de imagens a desafios de segurança e integridade de ativos. Essa base tecnológica permite trabalhar com problemas distintos, desde que cada aplicação passe pela avaliação e pelo desenvolvimento adequados.
Necessidade operacional | Questão que orienta o desenvolvimento |
|---|---|
Apoiar inspeções de ativos | Quais condições visuais precisam de avaliação? |
Ampliar a visibilidade de riscos | Que situações a equipe precisa acompanhar? |
Analisar imagens de diferentes dispositivos | A captura oferece informação suficiente para a análise? |
Aplicar a solução em outra unidade | Quais características do ambiente exigem nova validação? |
A tabela mostra por que a contextualização importa. Mesmo quando duas operações compartilham uma necessidade, elas podem apresentar diferenças de iluminação, equipamentos, procedimentos e critérios de avaliação.
Para o decisor B2B, avaliar essa capacidade de adaptação ajuda a dimensionar o projeto. O objetivo é entender como o fornecedor lida com requisitos reais e quais evidências utiliza para sustentar a proposta.
O artigo Solução de visão computacional: você conhece os custos? complementa essa análise ao abordar fatores que influenciam o investimento.
Da capacidade tecnológica aos produtos da Pix Force
A Pix Force desenvolve e integra inteligência artificial para operações críticas. No monitoramento de segurança, suas soluções analisam imagens para apoiar a identificação de desvios e orientar a atuação das equipes. Conforme a aplicação e as condições de implantação, a empresa pode aproveitar câmeras existentes e organizar informações em alertas e painéis. O produto conecta observação, registro e acompanhamento para apoiar decisões sobre a proteção das pessoas.
Problema
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Dados
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Desenvolvimento
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Validação
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Uso operacional
Outra frente é o OCR inteligente da Pix Force, voltado à extração e à organização de informações de documentos. A tecnologia apoia verificações conforme regras configuradas e a integração dos dados aos processos empresariais. As duas frentes ilustram como a empresa aplica sua capacidade de desenvolvimento a necessidades distintas, conectando análise de informação, automação e contexto operacional. Conheça as soluções da Pix Force.
Inteligência artificial aplicada com foco no negócio
O caso apresentado no Doing Business in Brazil reúne elementos que ajudam a explicar a capacidade da Pix Force de desenvolver produtos de alta tecnologia: conhecimento técnico, dados representativos, colaboração com especialistas e validação próxima da operação.
O guia registra essa experiência em um ambiente exigente, no qual segurança, integridade de ativos e confiabilidade influenciam as decisões de adoção.
Para empresas que buscam inteligência artificial aplicada, essa combinação oferece uma base para avaliar o próximo projeto. O ponto de partida é um desafio bem definido. A partir dele, dados, engenharia e conhecimento operacional ajudam a construir uma solução coerente com a necessidade do negócio.
Sua operação tem um desafio que exige análise de imagens, documentos ou informações complexas?
Converse com a Pix Force


